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quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

O Aleitamento Materno e a Prevenção da Obesidade Infantil

A obesidade tem uma associação importante com os aspectos emocionais e vivências psíquicas dos indivíduos. 
Desde a vida intra-uterina, esses aspectos tem relação com as experiências dos pequenos e durante o seu desenvolvimento pessoal serão decisivos para a formação da personalidade, caráter e maneira de lidar com suas emoções.
A figura materna tem fundamental importância nessa fase. Sendo a mãe a primeira pessoa com quem haverá uma interação, a qualidade do vínculo mãe e filho é primordial para o desenvolvimento saudável, em todas as esferas do ser. Nesse contexto, o aleitamento materno, como primeira e mais adequada forma de alimentação do recém-nascido, tem um papel fundamental na prevenção da obesidade.
O leite humano é único em sua composição. Ele é uma substância ativa, capaz de se modificar para atender as necessidades de cada binômio mãe-filho.
Essa capacidade de modificação, durante o decurso de uma mamada, permite à criança conhecer diferentes sabores e desenvolver a capacidade de saciedade e autorregulação, o que significa preparar a criança para interromper a ingestão de alimentos, quando esses já forem suficientes para sua necessidade naquele momento.
A perda dessa capacidade leva a criança a continuar comendo, mesmo quando já está satisfeita e atingiu o necessário de calorias daquela refeição.
Vários estudos mostraram evidências de que, quanto maior o tempo de duração do aleitamento materno exclusivo, menores as chances de ganho de peso excessivo durante a infância e até o início da adolescência.
Dessa forma, o aleitamento materno não só é um ato de amor, como também uma proteção contra doenças, uma melhora na tolerância contra alergias alimentares, além de prevenir a obesidade infantil.
Pense nisso.
Dra. Melissa Ramos Morais - Pediatra / Nutróloga  - CRM 98732

Referências: Manual de orientação: Obesidade na infância e Adolescência. Departamento de Nutrologia, Sociedade Brasileira de Pediatria.
Extraído da página: http://www.casacurumim.com.br/

terça-feira, 12 de junho de 2012

Mãe adotiva também pode dar o peito


Conheça mulheres que amamentaram sem nunca ter engravidado!

Cristina Marinho Martins celebrou o primeiro encontro com o filho com uma olhada bem no fundo dos olhos daquele bebê. Ninou Thiago, desabotoou a blusa e ofereceu seu peito como alimento e prova de amor. Ali, diz ela, selava um pacto de cumplicidade mútua.

Amamentar é uma possibilidade mesmo para mães adotivas, dizem os médicos.

João Pedro foi outro protegido pela vacina natural que sai do seio materno – arma poderosa contra as doenças da infância – no instante em que conheceu a mãe Tatiane Fernandes. A mamada de boas-vindas foi rápida, mas intensa. Representou o vínculo da nova família que nascia.

Cristina e Tatiane são exemplos de mulheres que desfrutaram o gosto da maternidade por meio da amamentação com a particularidade – que para elas é só um detalhe – de nunca terem gerado uma criança. Thiago e João Pedro, hoje com 5 e 2 anos, viraram garotões saudáveis com leite materno sem nunca terem mamado em quem os deu à luz.

Os quatro não são exceções da medicina e nem representam um fenômeno raro. Os médicos descobriram que as mães adotivas podem, sim, amamentar da forma tradicional. A constatação dos especialistas começa a ganhar os lares de famílias adotivas e se transformar numa recomendação de saúde para as mães que estão dispostas a adotar.

“Antigamente a chamada amamentação adotiva era uma possibilidade cheia de mistérios, não se sabia como trabalhar, existia medo e receio”, afirma Marcus Renato de Carvalho, professor de pediatra da Universidade Federal do Rio de Janeiro e consultor em amamentação pela International Board Certified Lactation Consultants. “Hoje em dia é um método aprovado, os profissionais de saúde já dominam a técnica e divulgam essa possibilidade. Todos os meses recebo dezenas de mães adotivas querendo amamentar seus filhos tradicionalmente. Muitas conseguem.”

Empenho à luz do sol
A possibilidade de ter leite natural mesmo sem passar pela bomba hormonal trazida pela gestação começa, primeiro, com vontade e disposição de realizar o ato. Empenho é a palavra de ordem, inclusive para as mulheres que geraram os bebês, já que uma pesquisa da Fiocruz divulgada no início do ano mostrou que 44% delas falham na amamentação.

“É claro que muitos fatores são influentes na amamentação adotiva. Quanto mais nova é a criança, maior é a chance do aleitamento ser possível. Alguns medicamentos estimulam a produção do hormônio do leite, a prolactina. As massagens e o estímulo com bombas e equipamentos também ajudam a induzir o aleitamento”, pontua Carvalho.

Tatiane fez tudo o que o médico indicou e também tomou sol nos bicos do peito, técnica que funciona para preparar a mama - já que a aréola não é preparada pela pigmentação trazida pela gravidez.

"Mas nada foi tão estimulante quanto enxergar as transformações resultantes da insistência de oferecer o peito à boca do João Pedro", conta.

“Soube aos 14 anos que não poderia gerar uma criança por um problema no sistema reprodutivo. Mas nunca duvidei que seria mãe.” A amamentação deixava a convicção de Tatiane explícita a qualquer um que fazia uma visita ao recém-chegado João Pedro.

As vantagens
As mães Cristina e Tatiane tiveram algumas vantagens que contribuíram para o êxito da amamentação dos filhos não gerados em seus ventres. Elas não engravidaram, mas tiveram um tempo para se preparar para a chegada de seus bebês. “No meu caso”, explica Cristina Martins, “sabia que não poderia engravidar. Minha irmã fez a inseminação artificial com o sêmen do meu marido. Acompanhei de perto a gestação e durante todo o processo estimulei as mamas. Quando o Thiago nasceu, eu já tinha leite”, conta.

Já o filho de Tatiane foi gerado por fertilização in vitro no ventre da avó materna. “Durante a espera do João Pedro, eu até engordei junto! Só não tive enjôo, mas o resto senti na pele”, conta ela, que refere à gestação da mãe, na época com 42 anos, como “a nossa gravidez”.

Recomendação universal
Mesmo que não conheçam a mãe biológica dos filhos do coração, todas as mães adotivas podem tentar amamentar, recomenda a pesquisadora do Instituto de Saúde de São Paulo e uma das principais referências em amamentação do País, Marina Ferreira Réa.

“Não dá para atestar que todas terão sucesso. Se o bebê chega com mais de quatro meses, por exemplo, o processo é ainda mais lento, mas não impossível", informa, incentivando a persistência. “É sempre bom lembrar que o leite materno de uma mulher que engravidou tem a mesma qualidade do leite produzido por uma mulher que estimulou a amamentação. Os dois tipos são essenciais para criança, completos e uma forma bem eficiente de criar vínculo entre mãe e filho.”

Fórmula mágica

Tatiane diz que tentaria amamentar João Pedro todos os dias, mesmo que o leite não saísse. “Já iria valer só pelos momentos que tivemos juntos, aquela hora só nossa, tão importante para a nossa relação.” Cristina é adepta da mesma teoria e o especialista da UFRJ Marcus Renato Carvalho não tem só as evidências científicas para aplaudir a persistência de todas as mães adotivas que vão ao seu consultório querendo alimentar seus filhos. "É uma experiência pessoal", arremata.

Após o término da entrevista, Carvalho confidenciou à jornalista que é a prova viva da possibilidade do aleitamento materno adotivo. Aos 11 anos de idade, Carvalho descobriu que era adotado "sem drama”, afirma. Ao saber a origem da sua história um outro capítulo foi revelado: sua mãe adotiva, durante as longas noites embaladas pelo choro interminável daquele garoto rejeitado pela mãe biológica, ofereceu o peito como tentativa de alento. Marcus Renato Carvalho mamou.

O médico que hoje ajuda mães "do coração" a amamentar seus filhos, autor de vários livros sobre o tema e pesquisas na área, é um exemplo de que a amamentação por mães que nunca engravidaram é um sonho possível. Ele descobriu isso lá nos anos 50, época em que nem mesmo a medicina, sua devoção futura, tinha se convencido desta possibilidade.

Os passos do aleitamento da mãe adotiva:

1) Se vai adotar uma criança e deseja amamentá-la tradicionalmente, informe isso ao seu médico

2) O processo é lento e requer empenho. Faça massagens nos seios, tome sol com eles descobertos (fora dos horários de sol intenso) e também se informe sobre os aparelhos que fazem o bombeamento das mamas com foco na estimulação.

3) Com orientação médica, há a possibilidade de usar medicações que estimulem a produção de prolactina, hormônio do leite materno.

4)  Nos bancos de leite, são mais de 150 espalhados pelo País, os profissionais são habilitados a dar informações sobre isso. Veja os endereços

5) Ao iniciar a amamentação, é possível que o bebê precise de complemento na alimentação. Uma técnica é usar uma sonda bem fininha. Coloque uma ponta das sondas no copo e a outra próxima ao bico do seu seio. O nenê ao mesmo tempo que suga o peito, recebe o leite do copinho. Com o tempo e estímulo, ele vai passar a beber menos do copo e mais do peito.







Extraído do site iG

domingo, 28 de agosto de 2011

Saúde Bucal na Gravidez

A gravidez é o período na vida da mulher onde o corpo sofre mais mudanças. Uma delas é a alteração hormonal, o que pode interferir na saúde da boca.
Nessa fase, a futura mamãe deve tomar cuidado redobrado com a higiene dos dentes e também deve prestar atenção para um fato muito importante: os dentinhos do seu bebê já estão se formando!

A GRÁVIDA pode ir ao DENTISTA?
Sim! Gravidez não é doença!

Ao contrário do que se pensa, durante a gravidez deve-se visitar o dentista com mais frequência, porque o risco de cáries e inflamação gengival aumenta devido à mudança na alimentação (comem mais guloseimas), na escovação (o enjoo persistente faz com que muitas gestantes não consigam higienizar a boca) e também devido à doenças bucais já existentes que não foram tratadas.

A gestante tem mais cáries e sangramento na gengiva?
Não!
O que ocorre é um aumento do risco de desenvolver cáries e inflamação gengival. As mudanças na alimentação (comer com mais frequência), mudanças na higiene oral (desatenção e/ou dificuldades na escovação devido a ânsias de vômito) e ainda a maior ocorrência de vômitos podem prejudicar a saúde bucal.

Se a GESTANTE não tiver cuidado com a sua higiene oral, as gengivas inflamam e os dentes  sofrem perda de mineral, que se não forem bem limpos, leva à cárie.
IMPORTANTE: esta perda de cálcio não tem relação NENHUMA com a formação dos dentinhos do bebê! O seu bebê não tem nenhuma "culpa" se os seus dentes cariarem durante a gestação.


* Não deixe de escovar os dentes se a gengiva estiver sangrando! Gengiva que sangra é gengiva DOENTE.  Escove mais e melhor, e use o fio dental também.



* Crie o hábito de carregar sua escova de dente, pasta e fio dental para todos os lugares (dentro da bolsa).

- A falta de escovação dos dentes e o não uso do fio dental causam cárie!
- Além da má aparência, causa mau hálito, que a própria pessoa não sente.

Dicas de uma Boa Escovação:

Coloque pouca pasta.
A quantidade correta de pasta de dente é a do tamanho de um grão de ervilha, e não como o comercial mostra!

Colocar muita pasta significa fazer muito mais espuma, não enxergar direito os dentes durante a escovação e também contribui para aumentar os enjoos, comuns na gestação.




A saburra lingual, esse sujeira branca (às vezes amarelada ou acastanhada) que fica na língua é responsável por 80% das causas de mau hálito!
Não deixe a língua de fora da higiene oral! :)

Como passar o fio dental?
O fio dental não serve somente para tirar a carne que fica presa entre os dentes! A sua função principal é remover a sujeira e restos de comida que entram dentro da gengiva.



Durante a gravidez, a mulher sente mais fome e come mais vezes ao dia. Por isso, é preciso escovar os dentes muito bem e com calma, pelo menos 3 vezes ao dia e antes de dormir e também procurar fazer uma alimentação saudável, natural, evitando alimentos que contém açúcar (refrigerantes, doces, bala, chiclete, ...).
Use o fio dental 1 vez ao dia (na escovação da noite) e use também o limpador de língua.
Este é o princípio para evitar cáries, tártaro e inflamação gengival.
Que você tenha uma gravidez muito gostosa. Curta todas as fases, mas não esqueça de cuidar também dos seus dentes.

Um grande abraço!

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Dieta na Amamentação

Depois de ter o bebê, uma das maiores preocupações da mulher é com a estética. 
Como voltar à velha forma depois de dar à luz? 

Tenham muito cuidado com as promessas de dietas para emagrecer enquanto se está amamentando! Dietas restritivas ou hipocalóricas podem prejudicar a qualidade do leite e consequentemente atrapalhar no desenvolvimento saudável do bebê.

Normalmente aqueles quilinhos que foram acumulados durante a gestação serão perdidos durante a amamentação, já que a energia extra será utlizada para a produção do leite. Os efeitos da amamentação no peso podem ser sentidos logo no início, muito comum em mulheres que não fazem dieta após o parto.

Amamentar, além de gastar muita energia (caloria), libera o hormônio chamado ocitocina, que tem propriedades calmantes que serão essenciais na rotina, muitas vezes intensa, que é cuidar de um recém nascido. Além disso, a ocitocina, que é liberada quando o bebê faz o movimento de sucção do seio , quando está mamando, promove a contração uterina, fazendo com que o seu útero retorne, aos poucos, ao tamanho normal. Por isso, não tenha pressa e não faça nenhum tipo de dieta para emagrecer enquanto estiver amamentando exclusivamente no peito o seu bebê (até os 6 meses). Espere o tempo necessário e em seguida consulte um médico. 

É comum perder até 1Kg de peso corporal por mês após o parto, mesmo sem nenhum tipo de restrição alimentar. Mulheres que perdem mais do que isso estão colocando em risco a qualidade e a quantidade de leite, além da possibilidade de que toxinas como as dioxinas, que ficam armazenadas no tecido adiposo, sejam liberadas no leite e prejudiquem o bebê.

O ideal é que se tenha uma alimentação saudável ao invés de fazer dietas para emagrecer enquanto estiver amamentando.
Comer legumes, verduras, frutas, massas e pães integrais, gordura animal (que é gordura saudável, natural): leite integral, manteiga, queijos, e CORTAR gorduras ruins – as industrializadas - : frituras, margarinas (que veneno!!).

Eu adoro o Pediatra da minha filha, o Dr. Hildebrando Farias! Ele fez a sala de parto da Letícia e é o seu médico até hoje. Quando ele fez a 1ª visita no hospital (maternidade), ele foi me dar as instruções em relação à amamentação, o que comer, etc.
Ele olhou pra mim e disse: “Vamos lá! O que você vai pode comer?” – Durante 1 segundo, eu abaixei a cabeça e pensei: “ Pô, durante a gravidez, restringi algumas coisas pra não ‘enfiar o pé na jaca’ e agora ele vai me dizer que não poderei comer um monte de coisa porque pode dar cólica na Letícia...” Ele olhou pra mim e disse, para a minha felicidade: “Você pode comer TUDO o que você quiser! Tudo o que você gosta!”. “Inclusive chocolate?” – eu perguntei. “Chocolate, TUDO o que quiser!” – ele respondeu. Aí eu perguntei: “E aquele papo que alguns alimentos dão cólica no bebê?”
“MITO!” – ele disse. “O bebê tem cólicas porque algumas vezes ingere ar quando mama, e não por causa da comida. Após cada mamada, coloque a bebê para arrotar, durante uns 15 minutos. Se ela não arrotar, é porque não ingeriu ar e não ficará com gases.”
(o bebê que mama no peito fazendo a pega correta, quase nunca ingere ar!)

Não preciso dizer a vocês o quanto fiquei feliz!

A gente vive num mundo que condena todo tipo de gordura, inclusive as boas! Somos incentivados a consumir alimentos 0% de gordura, light, ... e durante muito tempo minha alimentação foi assim (até o 13º dia de vida da Letícia!)

Quando tive alta do hospital, fiz o teste: comi o que sempre comia – café com leite desnatado, requeijão light, peito de peru light, queijo minas frescal light...
Letícia nunca teve cólica, mas quando fez a 1ª consulta com o Pediatra aos 13 dias de vida, ainda estava com 100g abaixo do peso do nascimento... Fiquei arrasada!
O Dr. Hildebrando perguntou: “Você está comendo de tudo?” Eu respondi: “Sim!”. “O que?” – disse ele? Respondi: “Leite desnatado, peito de peru light, ...” “Não!” – disse ele. “Você precisa comer gordura! Se você fizer uma alimentação light, sua filha tomará leite light. Sua filha vai ganhar peso através do que você come! Você precisa tomar leite integral, queijos, presunto, muita carne. Você voltará com a Letícia  em 1 semana para pesá-la novamente. Ela tem que engordar pelo menos 25g por dia!”
Saí do consultório e meu marido me levou para almoçar numa Churrascaria Rodízio!

A partir daquele dia mudei a minha alimentação: laticínios integrais começaram a fazer parte da minha alimentação.

Volto a dizer: Letícia com cólica ZERO!! Mamava D-I-R-E-T-O!!!

Voltamos em uma semana e ela tinha engordado 350g, o correspondente a 50g por dia – o dobro do que ele queria! O Pediatra VIBROU! E disse: “Não te falei que a gordura faz toda a diferença?

Queridas:
Não pensem que meu colesterol, triglicerídeos aumentaram por causa do leite integral, da manteiga... Meus exames estão completamente normais e minha filha ganhou peso de forma saudável porque eu me alimentei corretamente. Do 2º para o 3º mês a Letícia engordou 2Kg somente no peito (ela NUNCA tomou NAN!!).

Vocês podem pensar: “Ah! Mas os alimentos integrais são muito calóricos! Vou acabar engordando!” Vocês já observaram quantas calorias tem 200ml de leite desnatado? 70!!! 200ml de leite integral tem  somente 114! (tomei como exemplo o leite longa vida Elegê). Vocês acham que por causa de 44 calorias a mais do leite vocês não ficarão em forma?
Gordura natural é saudável sim! Pra vocês e para seus filhos!

Quem amamenta exclusivamente no peito gasta, em média, por dia, 700 calorias (praticamente 2 aulas de spinning!!!). Por isso, não se preocupem com a estética e a perda de peso. Vocês perderão os quilos excedentes, mas não será de um dia para o outro...
O bebê vem em 1º lugar! Pensem nele primeiro e depois em vocês! Até os 6 meses, NADA de dieta e acreditem: mesmo assim, vocês perderão peso!!
 Veja o ganho de peso da Letícia do 1º ao 6º mês (somente leite materno!)

Dicas para emagrecer depois da gestação:
 1ª) CORAGEM! Não use a gravidez como desculpa para relaxar. Aproveite o período da gestação para corrigir-se em relação à alimentação e nutrição. Comer porcarias pode fazer com que você tenha um bebê pequeno para uma mamãe enorme.

2ª) Alimente o seu bebê somente com leite materno. A amamentação exclusiva no peito queima em torno de 700 calorias por dia!
Uma corrida na esteira por 30 minutos queima cerca de 200 calorias. Nada mau perder cerca de 700 enquanto você está somente sentada, não é?
Estudos comprovam que as mães que amamentam seus filhos voltam ao seu peso original mais rapidamente. A amamentação também faz com que o útero contraia mais rapidamente (devido ao hormônio ocitocina) de volta ao seu tamanho pré-gestação.

3ª) Exercite-se! Caminhar é certamente o melhor exercício para as novas mamães! Caminhar expõe você ao sol, ajuda a regular o sono e ajuda a prevenir a depressão pós-parto. Os bebês precisam tomar o solzinho da manhã. Aproveite o banho de sol do seu bebê e faça a caminhada com ele!

4ª) Evite EXCESSO de cafeína (não é proibido! O problema é o excesso!). Muita cafeína não faz bem durante a gravidez e no pós-parto, leva à mamãe a picos de insulina, que fazem o seu nível de açúcar no sangue cair. Quando isso acontece, a maior parte das pessoas sai correndo para comer algo que tenha carboidrato refinado (DOCES!!) para trazer de volta o nível de açúcar no sangue.

 5ª) Seja paciente. Sua barriga ficou distendida por 9 meses! Não espere que em 4 meses ela retorne ao que era antes! Tudo tem o seu tempo! Não espere usar aquela calça jeans favorita de um dia para o outro. Tente não se preocupar tanto com o seu peso. Preocupe-se em cuidar do seu bebê, que é a sua preciosidade.

Um abraço,
Liliana